sexta-feira, 27 de agosto de 2010

15 coisas que todo usuário de computador deve saber

Caros alunos,

Escrevo esta postagem para ajudar e passar algumas dicas sobre o uso comum de um PC. Saiba que se você não estará aproveitando seu potencial a não ser que conheça e aplique cada um destes 15 fatos, hábitos e truques para ser mais eficiente no dia-a-dia.

1. Não dê duplo-clique em tudo . O duplo-clique é como você abre itens (como arquivos e programas) no Windows. Não é assim que você abre links no navegador, clica em botões numa janela ou faz todo o resto. E se você duplo-clica automaticamente em tudo que vê, pode acabar passando direto por uma tela com uma informação importante ou enviar um formulário duas vezes. E mesmo que você não precise desta dica, com certeza conhece alguém que precisa.

2. Use a barra e barra invertida nos lugares certos. Vamos direto ao ponto: / é a barra, e \ é a barra invertida (ou contrabarra). Barras invertidas são geralmente usadas para indicar o caminho para arquivos no Windows (como C:\Arquivos de Programas\Blablabla), enquanto as barras são usadas para endereços web, como em http://www.pcworld.com.br/dicas.

3. Anote a mensagem de erro exata. Quando seu PC dá pau, ele geralmente tenta lhe dizer qual foi o motivo, embora provavelmente com um emaranhado de letras e números que você não vai entender. Anote a mensagem completa (ou tire um screenshot ou foto da tela, se possível) para que você possa mais tarde fazer uma pesquisa no Google ou repassá-la ao suporte técnico. Se seu PC não mostrou uma mensagem de erro abra a Central de Ações (no Painel de Controle) e veja se há algo no link Exibir mensagens arquivadas.

4. Traga seus arquivos apagados de volta. Quando você apaga um arquivo do PC ou cartão de memória, você não está realmente apagando-o. Em vez disso, você está apenas removendo a entrada referente a ele no índice que diz ao seu PC onde cada arquivo está no disco. Assim, o sistema passa a considerar a área para onde o índice apontava como livre para ser reutilizada. Se você apagou acidentalmente alguma coisa, utilitários de recuperação como o Recuva podem ajudá-lo a trazer o arquivo de volta, desde que o espaço que ele ocupava no disco não tenha sido sobrescrito com algo novo. Quanto mais rápido você agir, mais chances de sucesso.

5. Zere seu HD antes de se livrar dele. Como seu PC não apaga imediatamente os arquivos excluídos, não dá pra simplesmente reformatar o HD antes de enviá-lo para a reciclagem ou revendê-lo na internet, já que alguém com um programa de recuperação pode usá-lo para recuperar os arquivos e obter informações sobre você. Há várias formas de apagar completamente um HD antigo, mas a melhor opção é usar o Dariks Boot and Nuke.

6. Desmarque opções antes de instalar. Vários aplicativos lhe dão a opção de instalar barras de busca e outros complementos para seu navegador, e outros são tão insistentes que estão configurados para instalar automaticamente estes extras a não ser que você marque uma opção no instalador dizendo que não os quer. Além do fato de que cada complemento é uma coisa a mais para o PC carregar, não dá para ter idéia de quais informações eles estão capturando e com quem as estão compartilhando. Eles vem junto com os aplicativos porque os desenvolvedores ganham dinheiro por cada cópia instalada, e não porque são realmente úteis. Portanto, preste muita atenção no que você vai instalar para não ser pego de surpresa com um novo mecanismo de busca padrão ou aplicativos dos quais não precisa.

7. Cuidado com vírus dentro de documentos do Office. Usuários avançados do Microsoft Office podem tirar proveito do Visual Basic for Applications (VBA) para criar macros que automatizam tarefas complexas. Entretanto, programadores maliciosos podem usar estas mesmas ferramentas para criar vírus que interferem com o seu trabalho e o de seus colegas. Por padrão, o Office vem configurado para desativar todas as macros e notificá-lo quando um documento que você está lendo as contém, então a princípio você está seguro.

8. Desconfie de aplicativos de limpeza. Aplicativos que fazem promessas vazias de aumento no desempenho do PC limpando a bagunça que se acumula com o tempo de uso (especialmente os chamados Limpadores de Registro) geralmente fazem mais mal do que bem, isso quando fazem alguma coisa. Para realmente limpar seu HD rode o Limpeza de Disco (Menu Iniciar, Todos os Programas, Acessórios, Ferramentas de Sistema). Ele vem grátis com toda cópia do Windows e não vai prejudicar seu PC.

9. Desinstale os programas antigos. Se você tem o hábito de baixar da internet e instalar regularmente novos programas, deve também se acostumar a podar sua coleção de software de tempos em tempos. Para fazer isso abra o panel de controle Programas e Recursos, dê uma olhada na lista de programas instalados e clique no botão Uninstall para se livrar dos que não usa mais. Pode ser necessário dar uma olhada na pasta C:\Arquivos de Programas para caçar alguns aplicativos extras que não apareçam na lista. Quanto menos coisas você tiver no seu PC, menos coisas vão dar errado.

10. Não chore sobre o leite (ou café) derramado. Se você conseguir manter a calma quando derramar um líquido sobre seu notebook, poderá ser capaz de impedir que seus dados desapareçam e que sua placa-mãe frite. Em vez de entrar em pânico, tire o notebook da tomada e remova a bateria o mais rápido possível, não espere o Windows desligar. A seguir desconecte quaisquer periféricos plugados ao PC (cabos de rede, pendrives) e outros itens removíveis como drives ópticos. Incline seu notebook e tente fazer o líquido escorrer para fora do computador. Cuidado para não fazê-lo escorrer mais para dentro!. Se houver líquido na superfície, seque-o com uma toalha absorvente. A partir deste momento o melhor a fazer é levar seu computador para a assistência técnica, a não ser que você esteja confortável com a idéia de abrir seu PC e limpar seus componentes sozinho.

11. Desative o UAC. Tanto o Windows 7 quanto o Windows Vista incluem um recurso de segurança chamado User Account Control, que escurece a tela e mostra uma caixa de diálogo sempre que você instala um aplicativo ou muda configurações de segurança. Embora este arranjo possa ser útil para pegar aplicativos pilantras que tentam instalar ou modificar coisas sem seu consentimento, ele também pode ser bastante irritante. Se você usa o Vista, instale o TweakUAC para tornar os avisos menos incômodos sem desativá-los. Se você usa o Windows 7 os ajustes padrão já não são tão ruins, mas recomendo que você vá até o painel de controle Contas de Usuário, clique em Alterar Configurções de Controle de Conta de Usuário e ajuste o controle deslizante para a terceira posição (de cima para baixo). Assim, o UAC irá avisá-lo sobre atividade suspeita, mas sem escurecer a tela do PC.

12. Não use a conta de administrador no dia-a-dia. Muitos usuários de PC estão acostumados a fazer seu trabalho no dia-a-dia enquanto logados com uma conta de administrador - especialmente no Windows XP. Isto pode lhe poupar do incômodo de ter de encerrar e reiniciar uma sessão só para instalar aplicativos ou mudar configurações, mas também lhe deixa muito mais vulnerável a vírus e malware. Então não faça isso.

13. Mantenha seu Painel de Controle na visão por ícones. A visão por Categorias no Painel de Controle pode ser útil se você se sente intimidado com todas as opções disponíveis, mas também pode tornar mais difícil encontrar um painel específico, especialmente se você estiver seguindo instruções detalhadas que se referem aos painéis pelo nome. Clique em Visualização Clássica na esquerda da janela (no Vista) ou escolha Ícones grandes no menu Exibir por: no canto superior direito (no Windows 7) e você terá acesso imediato a todos os paínéis de controle.

14. Limpe a bandeja do sistema. Frequentemente aplicativos instalam ícones na bandeja do sistema (System Tray, ao lado do relógio no canto inferior direito da tela) e ficam abertos sem que você perceba. Para limpar esta área abre o painel de controle Ícones da Área de Notificação e marque a opção no rodapé da janela que diz Sempre mostrar todos os ícones e notificações na barra de tarefas. Agora clique com o botão direito do mouse sobre cada ícone da bandeja de sistema de que não precisa mais e escolha a opção fechar. Seu PC vai agradecer.

15. Controle o consumo de energia. Se você está usando um laptop, provavelmente vai querer saber onde ficam os controle de energia, para que seu PC não a desperdice quando você precisa conservá-la, não fique lento quando você quer que ele seja rápido e não durma em um momento inoportuno. Abra o painel de controle Opções de Energia e escolha entre um dos vários planos de energia pré-definidos, com configurações para quando a máquina está plugada na tomada ou na estrada. Se preferir, sinta-se à vontade para criar seu próprio plano. Para acessar opções avançadas, clique em Alterar configurações do plano e depois em Alterar configurações de energia avançadas. Lá você vai encontrar opções detalhadas relacionadas a bateria, Wi-Fi, placa de vídeo e mais.

Retirado de http://br.tecnologia.yahoo.com

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Instruções para a criação do mapa de placa-mãe

Caros Alunos,

Nesta postagem, coloco as instruções para a criação do mapa de Placa-mãe. Leia-as com atenção, e restando dúvidas, enviem-me um e-mail.

1. Procure uma imagem de mapa de placa-mãe. O link a seguir direcionará para a busca de imagens do Google. http://www.google.com.br/images?hl=pt-BR&gbv=2&tbs=isch:1&&sa=X&ei=xFRQTMzjIoOB8gbCmvzqCQ&ved=0CB8QBSgA&q=placa-mãe&spell=1
2. Aponte para cada componente da placa-mãe, considerando sua importância e descrevendo brevemente sua função.
3. Como eu sei que vocês irão procurar "mapa de placa-mãe" no Google, estou adiantando o serviço de vocês: http://www.gigacursos.com/Giga%20Cursos%20-%20Cursos%20em%20Video%20aulas%20Cd%20Rom%20e%20Dvd,%20desbloqueio%20de%20celular,%20gsm%20_Arquivos/manutencao02.jpg lembrem-se de que este mapa só descreve os componentes, e não a sua função. Vocês terão de descrever a função do componente na placa.
4. Façam em qualquer material que quiserem, desde que permita boa visibilidade do conteúdo.

Descrevam com atenção. Façam o exercício com capricho.

Questionário - Manutenção em Monitores

Segue abaixo um pequeno questionário a ser respondido. Procurem as respostas na apostila, nos capítulos 1 e 2.

  1. O que é um monitor CRT? Qual a sua diferença para um monitor LCD?
  2. Quais são os principais componentes de um monitor CRT? Descreva sua principal função.
  3. Em uma placa de um monitor CRT, encontramos vários circuitos principais. Quais são eles?
  4. Considere uma fonte de um monitor CRT. Ela é dividida em quantas partes? Quais são seus componentes principais? Qual a sua principal função dentro de um monitor CRT?
  5. O que são as unidades multipolares? Qual sua função dentro de um monitor?

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Para que serve um briefing?

O briefing para um projeto de design, seja ele design gráfico, físico, design de jóias, moda ou qualquer outra especialidade é muito mais do que uma solicitação de projeto. Em um mercado onde raramente contrata-se advogados na intermediação das propostas comerciais, o briefing passa a ter a função de contrato entre as duas partes. Tanto a parte contratante (cliente) como o contratado (profissional de design) devem ter conhecimentos claros das necessidades do outro e dos objetivos do projeto.

Na maioria dos casos, o design é a ferramenta utilizada como resolução de um problema. Portanto é essencial que o designer tenha consciência das questões para as quais está sendo contratado para resolver. Em alguns casos, nos quais não existe a prévia identificação por parte do próprio cliente do problema ou de como melhor utilizar o design em resposta a este problema, a importância de um bom briefing é ainda maior.

Um briefing bem preparado auxilia designers a posicionar-se como parceiros estratégicos do negócio ao invés de simples prestadores de serviços. O documento serve de base para uma sólida parceria, uma vez que posiciona cliente e designer lado a lado em termos de comunicação e expectativas. Além disso pode ser utilizado não somente no início do projeto, mas como guia para fornecedores e profissionais envolvidos durante todo o desenvolvimento do mesmo, desde a aprovação das soluções criativas como na mensuração dos resultados.

Este assunto é de tão grande importância que recentemente ganhou uma publicação específica sobre o assunto (Creating the Perfect Design Brief, Phillips, P.(2004)). Paralelamente, o tema é abordado em um dos mais procurados seminários oferecidos pelo instituto americano, mundialmente reconhecido, Design Management Institute (DMI).

Mas o que é um briefing de design afinal? O documento pode significar várias coisas incluindo um plano de projeto, um acordo ou um contrato, uma rota, um documento inspirador, um plano estratégico ou até mesmo um roteiro para aprovação do projeto.

O mais importante não é o formato do briefing, mesmo porque não existe um formato único e correto. O mesmo pode depender de fatores variáveis como o tipo de projeto (design de embalagem, mobiliário, comunicação, etc.) ou da cultura da empresa e do cliente. No entanto, um briefing deveria:

  • Definir os objetivos do projeto de design e sua relação com a estratégia corporativa (quais são os planos estratégicos da empresa, onde ela quer se posicionar, como ela pretende alcançá-los e como este projeto específico pode auxiliar nesta jornada);
  • Apresentar informações sobre competidores diretos e indiretos;
  • Fornecer respostas às perguntas: Quem, Como, Quando, Onde e Por quê;
  • Questionar sobre custos, cronograma, materiais, especificações técnicas quando necessário;

Em função do grau de detalhes envolvidos no documento, estudos indicam que um bom briefing deveria ser escrito em conjunto entre designers e clientes de forma que ambos entrem em comum acordo em todos os detalhes.

Com base na experiência, pesquisa, análise de alguns estudos e no seminário do DMI disponibilizo abaixo um modelo de briefing de design, sendo que o mesmo deve ser adaptado de acordo com as informações necessárias para cada projeto:

Histórico e Descrição do Projeto - Descrição do escopo do projeto, necessidades da empresa ao desenvolvê-lo e objetivos a médio e longo prazos;

Análise do Mercado - Resumo do mercado e da categoria em que está inserida empresa/produto;

Análise do Consumidor - Descrição de todos os consumidores, o mais completa possível, levando em consideração fatores como cultura, diferenças regionais, idade, classe social, etc;

Empresa e Portfólio de produtos - Apresentação detalhada da estratégia da empresa em relação a suas marcas e produtos (a empresa possui uma marca institucional assinando todos os produtos ou uma marca individual para cada linha de produtos? Qual a hierarquia entre as marcas?, etc.);

Objetivos da empresa e estratégia de design - Uma das etapas mais importantes do briefing. Basicamente esta seção do documento deve traçar um plano de ação, atrelando cada objetivo do negócio a uma estratégia de design (e não criativa) para atingi-lo.

Escopo do projeto, cronograma e budget - Definição de cada etapa do projeto e seus respectivos budget, prazos, prioridades, responsáveis e critérios de aprovação. Deve ser inserido também critérios de controle, avaliação e mensuração dos resultados. Outra importante definição refere-se ao fechamento do projeto, o qual deve ser estipulado durante nesta seção;

Stakeholders - Relação de todos os stakeholders com envolvimento direto ou indireto que possam ter algum impacto no projeto;

Gerenciamento dos riscos - Identificação dos possíveis riscos que podem atingir cada etapa do projeto e criação de planos de contingência;

Informações e questões extras complementares - Todas as informações extras que complementarem o projeto de alguma forma como resultados de pesquisa, artigos, imagens, referências etc.

Para finalizar, para que um projeto de design atinja os objetivos previstos, uma gestão efetiva é parte integral do processo. O briefing é o documento que permeia início, meio e fim de qualquer projeto desde o mais simples ao mais complexo desafio. Portanto, o mesmo deveria ser pensado, compreendido e comunicado à todo o grupo como etapa fundamental.

Dica dada pelo DesignBrasil.org.br

segunda-feira, 5 de julho de 2010

10 Dicas para se apresentar em público

Tem medo ou vergonha de falar na frente dos outros? Aqui vai 10 dicas, para voce se acalmar e se dar bem na hora de falar para outras pessoas!

1) Conheça o assunto

Conheça a fundo sobre o tema que vai discorrer. Estude, pesquise, busque o maior número de dados possíveis sobre o assunto que vai falar. Isso lhe dará mais segurança.

2) Seja positivo

Não se antecipe aos possíveis erros que possam acontecer na sua apresentação. Afirme para si que seu sucesso só depende de você, que você lembrará de tudo que precisará falar. Visualize as pessoas o aplaudindo ao final da apresentação e seu sorriso de satisfação. Pense que será a melhor apresentação da sua vida!

3) Pense na utilidade do que vai falar

Não fale para si. Pense que o assunto que está levando é útil a quem está ouvindo. Desta forma você está passando conhecimentos que beneficiarão às pessoas e você estará mais tranqüilo, sabendo que seu discurso tem utilidade.

4) Semblante sereno e sorriso estampado na alma

Transmita serenidade à platéia. Fale como se estivesse conversando com eles. Sorria sempre, com todo o corpo.

5) Leve anotações

Existem várias formas de falar em publico, mas se você não vai ler um discurso, leve um cartão de papel grosso com as palavras-chave anotadas na seqüência que você irá falar.

6) Evite os vícios de linguagem

Aqui o “né” impera. Também tem, para os mais jovens, o “tá ligado” e vários outros. Como corrigir? Ouvindo o que você fala, tendo consciência de seus vícios e buscando outras palavras em substituição ou simplesmente omitindo as palavras indesejáveis.

7) Corrija a postura

Ficar sobre um pé só, gesticular muito rapidamente, coçar o que não deve, enconstar na parede ou debruçar sobre o púlpito, tudo isso acontece quando vamos falar em público e não temos consciência de nosso lugar, do espaço que ocupamos. Peça a alguém para observar seus movimentos e corrigir.

8 ) Treine, treine e treine novamente

Somente treinando será possível corrigir linguagem e postura. Peça a algum amigo ou familiar para corrigir suas falhas.

9) Cumprimente e agradeça

Cumprimente a platéia ao abrir os trabalhos e também não esqueça de agradecer a oportunidade.

10) Faça um curso de oratória

Conheça as técnicas e tenha mais auto-confiança ao falar em público, fazendo um curso de Oratória. Com essas dicas, já dá para começar o discurso.


Dica dada pelo BaixaEstima.com

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Dicas para a criação de cartões de visitas

Nos dias de hoje, não basta apenas ser bom tecnicamente para que parte do mercado o veja desta forma. É necessário se vestir adequadamente, falar a linguagem dos executivos e fazer uso de algumas ferramentas para ser visto como tal. Dentre elas, um cartão de visitas bem elaborado conta bastante para abrir portas e criar novas parcerias.

A globalização, os relacionamentos cada vez mais abertos entre empresas e consumidores (B2B, B2C, terceirização, etc.) e o avanço da virtualização fazem com que os cartões de visita, esta herança européia do século XVII (embora já usados na China desde o século XV), sejam cada vez mais úteis e necessários para tornar mais efetivos os contatos pessoais que você faz com clientes, fornecedores e parceiros em potencial, em eventos, reuniões, feiras de negócios e qualquer outra situação social.

Se você ainda não tem ou não usa cartões de visitas, talvez esteja na hora de repensar esta atitude. Mesmo que sua atividade profissional não exija, ou se você ganha a vida on-line, você vai notar o quanto eles são úteis no primeiro evento em que alguém quiser o seu contato e você puder entregar o cartão com todas as informações – e perceber o efeito que isto causa no receptor.

Você não precisa ir tão longe a ponto de fazer cartões em plástico translúcido como o da foto acima. Imprimir na gráfica uma quantidade razoável de bons cartões de visita é surpreendentemente barato, e eles podem fazer toda a diferença entre você e os demais presentes em qualquer situação social ou de negócios que possa vir a gerar a necessidade de novo contato posterior.

Veja abaixo as 10 dicas selecionadas pelo Efetividade.net para que seus próximos cartões de visitas gerem o maior retorno possível.

O seu cartão de visitas pode ser a ferramenta essencial que vai comunicar a sua credibilidade, as informações de contato e (idealmente) evocar no portador a lembrança do contato que ele teve com você, no momento em que ele precisar de algo que você tenha oferecido.

Por esta razão, sempre carregar consigo cartões de visita de boa qualidade é essencial – nunca se sabe quando você irá encontrar um potencial cliente, fornecedor ou parceiro. E não os economize – leve-os em um bolso fácil de alcançar e entregue-os livremente, preferencialmente no início da conversação. Vale a pena ter também uma pilha no carro, outra em casa e, naturalmente, uma no escritório. Outra dica é incluir um cartão em todas as correspondências que você envia.

Se quiser ser especialmente lembrado, no momento da entrega anote no verso do cartão alguma informação relevante sobre o tema da conversa – as experiências demonstram que este gesto simples reduz em muito o índice de o cartão ser descartado imediatamente após a conversação, e também aumenta o recall posteriormente.

Algumas dicas:


  • Imprima na gráfica. Ninguém com mais de 13 anos deve usar cartões impressos em casa, a não ser que seja um profissional do design e saiba muito bem o que está fazendo. Aqueles formulários para impressão de cartão de visitas que estão à venda na papelaria servem para muitas coisas criativas, mas não para basear a primeira impressão profissional que você vai causar.
  • Se puder, consulte um profissional. Um designer profissional conhece e percebe detalhes que os leigos nem imaginam – além de estarem aptos a impedir você de praticar pecados capitais, como usar várias fontes e cores de texto diferentes, pouco contraste ou imagens que chamem mais atenção que seu nome.
  • Use formatos padronizados. Você sabia que existe uma norma ISO para as dimensões de cartões de identificação? É a ISO 7810, e ela define 3 formatos básicos, dos quais o ID-1 é o mais freqüentemente usado para cartões de visita. Toda pasta, fichário e scanner de cartões de visitas leva em conta estes formatos, e você não vai querer que seu cartão não possa ser armazenado ou scanneado.
  • Inclua todas as informações básicas. Seu cartão deve incluir seu nome completo, ou na forma pela qual você é conhecido no mercado em que atua. Ele deve trazer o nome da sua organização, seu cargo, o endereço físico, telefone corporativo, fax (se for o caso), e-mail e URL. Um logotipo (mas só se for “de verdade” – nada de incluir uma imagem de clip art!), frase ou slogan descrevendo sua atividade (ou seu diferencial) e o número do celular são adicionais bem-vindos. Considere com cuidado se deseja ir além disso, mas não corra o risco de um contato não conseguir encontrá-lo, mesmo tendo o seu cartão, porque você não colocou informações suficientes. E imprima todas as informações importantes na mesma face do cartão, caso contrário uma parte delas perderá a efetividade no momento em que o cartão for arquivado em uma pasta ou scanneado.
  • Seja diferente, mas sem exagerar. Se você tiver interesse e o orçamento para isso, pode ser bastante criativo sem sair do formato comum. Use uma cor de fundo, imprima em plástico rígido ou um material emborrachado, coloque um diagrama ou tabela no verso, inclua uma mensagem em Braille (mesmo que ninguém nunca a leia, todos lembrarão de você), arredonde os cantos, imprima em mini-CDs… As possibilidades são infinitas, mas neste caso vale muito a pena seguir com atenção a dica número 2.
  • Saiba quando imprimir pequenas quantidades de cartões especiais. Vai palestrar em um evento importante? Que tal imprimir uma série limitada de cartões de visita especialmente para a ocasião, usando o mesmo tema visual dos seus slides, e colocando no verso o tópico principal da sua apresentação? Ninguém que você conhecer lá vai esquecer de você.
  • Verifique, e depois verifique de novo, se tudo está escrito certo. Entregue para mais alguém verificar, também. Confira cada número, cada vírgula, cada acento. E se alguma das informações mudar, imprima novos cartões imediatamente – nada de corrigir com caneta o número do celular que mudou!
  • Menos é mais. Nada de usar várias fontes diferentes, imagens intrincadas, todas as cores do arco-íris ou incluir um calendário (ou a tabela da copa do mundo, como eu já vi) no verso do cartão. Simplicidade é a chave, e idealmente deve haver espaço sobrando para que alguém possa fazer anotações no seu cartão sobre a conversa que teve com você.
  • Dê destaque para seu nome. O único elemento do cartão que pode ser mais visível do que o seu nome é o logotipo da empresa.
  • Cuide bem de seus cartões. Leve-os em um estojo rígido. É fácil encontrar porta-cartões de visita em qualquer papelaria.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Criação de um Manual de Identidade Visual (MIV)

O que é?

A confecção de um logotipo ou de um símbolo visual capaz de representar a assinatura institucional da empresa deve ser estabelecido através de um documento técnico ao qual os designers nomearam de manual da identidade visual. Esse documento serve para estabelecer normas e critérios técnicos de reprodução da marca nos mais variados suportes existentes no atual estado da técnica como, por exemplo: suportes gráficos (impressão) e suportes eletrônicos (interfaces).

Manual de identidade visual, também conhecido como Manual de identidade visual corporativa ou simplesmente por Manual de marca é um documento técnico, normalmente concebido por designers gráficos, contendo um conjunto de recomendações, especificações e normas essenciais para a utilização de uma determinada marca, com o objetivo de preservar suas propriedades visuais e facilitar a correta propagação, percepção, identificação e memorização da marca.

Um Manual de Identidade Visual pode ser mais ou menos extenso em função da complexidade do contexto onde a marca a que se refere terá de funcionar. Por exemplo, um manual para uma marca de uma agência de viagens poderá requerer menos especificações que, por exemplo, o manual para uma marca de uma rede de supermercados - onde neste caso, pode existir a necessidade de especificar as soluções de aplicação da marca em uniformes, veículos, embalagens, sinalização exterior, interior etc.

Como fazer

O passo-a-passo apresentado nesta postagem foi montado a partir de estudos de manuais de identidade visual de diversas empresas. Portanto, é apenas uma base a ser seguida. Analise a necessidade da marca e reflita se há necessidade da aplicação de todos os passos. Da mesma forma, talvez existam passos não listados nesta postagem, e que serão necessários. Apenas a sua necessidade poderá descrever os passos a serem utilizados.

1. Apresentação e Introdução
Nesta parte, deverá ser explicada a construção do manual, além de um resumo do histórico da organização. Se a marca tiver um histórico relevante, resuma-o também.

2. Apresentação da Marca
A marca deverá ser apresentada, com sua construção original. Apresente também uma breve explicação sobre a construção.

3. Apresentação das Versões da Marca
As versões da marca deverão ser apresentadas. Existem, pelo menos, seis versões:
Horizontal
Vertical
Preto e Branco
Monocromática
Negativo
Outline

4. Apresentação da malha de construção da marca
A marca deverá ser apresentada sob uma malha, para que possam ser identificadas as proporções de construção. Instruções mais complexas sobre a construção da marca podem ser explicadas.

5. Apresentação das Cores Institucionais
Nesta parte, deverão ser apresentadas as “cores oficiais” da organização. Descreva as cores a serem utilizadas em pelo menos três sistemas de cores:
RGB
CMYK
Pantone

6. Aplicação da Marca em diversas cores
Simule a aplicação da marca em diversas cores, demonstrando sua correta utilização

7. Aplicação da marca em diversos fundos
Aplique a marca em diversos fundos – texturas, imagens, demonstrando sua correta utilização

8. Arejamento da marca
Defina o espaçamento necessário para que a marca não fique “sufocada”

9. Apresentação da Tipografia
Apresente a família tipográfica usada na construção do material visual. Aponte os estilos e tamanhos corretos

10. Apresentação da Aplicação em Papelaria
Simule a aplicação da marca em diversos itens de papelaria – cartões de visitas, banners, fachadas, entre outros.

11. Restrições e Usos Errados
Apresente as restrições de uso da marca, além de demonstrar aplicações incorretas e sua correção

12. Aplicação em conjunto com outras marcas
Simule situações de aplicação da marca em conjunto com marcas parceiras ou relacionadas

13. Considerações Finais
Observações ou considerações finais, ou menos importantes podem ser colocadas nesta parte do manual