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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Exercícios sobre DOS

Caros Alunos,

Nesta postagem tenho o objetivo de publicar o exercício sobre DOS, conforme havíamos combinado. É um exercício simples e tranquilo.

Veja as questões abaixo e descrevam passo a passo, os comandos utilizados para a execução das mesmas. Depois, mande por e-mail para seu educador.

1) Crie uma pasta no diretório raiz “C:” com o nome TDP
2) Crie 3 nomes dentro do diretório TDP na unidade raiz “C” com os nomes “Hardware”, “Redes”, “Software”
3) Liste o conteúdo desta pasta “TDP” que está na unidade Raiz “C:”
4)Remova a pasta “redes” que está localizado dentro da pasta “TDP” na unidade “C:”
5)Apague todos os arquivos que esta na pasta “Software” localizado dentro da pasta “TDP” na unidade “C:”
6) Apague a pasta “TDP” que está localizado na unidade raiz “C:”

Façam com capricho e atenção.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Exercícios de Potência em Resistores

Caros Alunos,

Segue abaixo uma postagem com exercícios para vocês praticarem potência em resistores. Boa lição e bons cálculos.

  1. (PUC-RJ) O sistema de aquecimento de um chuveiro elétrico está representado na figura. Com a chave na posição "inverno" o chuveiro dissipa 2200W, enquanto na posição "verão' dissipa 1100W. a tensão na rede de alimentação é de 110 V. Admitindo que os valores dessas resistências não variam com a temperatura, responda às perguntas: A) Qual o valor da corrente que passa pelo fio de alimentação do chuveiro quando este é ligado na posição “inverno”? | B) Qual o valor das resistências R1 e R2?
  2. Nos extremos de um resistor de 200W, aplica-se uma ddp de 100V. Qual a corrente elétrica que percorre o resistor?
  3. De acordo com o fabricante, um determinado resistor de 100 ohms pode dissipar, no máximo, potência de 10000W. Qual é a corrente máxima que pode atravessar esse resistor?
  4. Num certo carro, o acendedor de cigarros tem potência de 48W. A ddp no sistema elétrico desse carro é 12V. Qual é a resistência elétrica do acendedor de cigarros?
  5. Um aparelho elétrico possui a indicação 110V - 2200W. Determine a corrente elétrica desse aparelho, nas condições normais de operação.
  6. Um aparelho elétrico possui a indicação 110V - 2200W. Determine a resistência elétrica e a intensidade de corrente que percorre o resistor desse aparelho.
  7. Qual é a corrente elétrica no filamento de uma lâmpada de 100 W, ligado em 120V?

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Instruções para a criação do mapa de placa-mãe

Caros Alunos,

Nesta postagem, coloco as instruções para a criação do mapa de Placa-mãe. Leia-as com atenção, e restando dúvidas, enviem-me um e-mail.

1. Procure uma imagem de mapa de placa-mãe. O link a seguir direcionará para a busca de imagens do Google. http://www.google.com.br/images?hl=pt-BR&gbv=2&tbs=isch:1&&sa=X&ei=xFRQTMzjIoOB8gbCmvzqCQ&ved=0CB8QBSgA&q=placa-mãe&spell=1
2. Aponte para cada componente da placa-mãe, considerando sua importância e descrevendo brevemente sua função.
3. Como eu sei que vocês irão procurar "mapa de placa-mãe" no Google, estou adiantando o serviço de vocês: http://www.gigacursos.com/Giga%20Cursos%20-%20Cursos%20em%20Video%20aulas%20Cd%20Rom%20e%20Dvd,%20desbloqueio%20de%20celular,%20gsm%20_Arquivos/manutencao02.jpg lembrem-se de que este mapa só descreve os componentes, e não a sua função. Vocês terão de descrever a função do componente na placa.
4. Façam em qualquer material que quiserem, desde que permita boa visibilidade do conteúdo.

Descrevam com atenção. Façam o exercício com capricho.

Questionário - Manutenção em Monitores

Segue abaixo um pequeno questionário a ser respondido. Procurem as respostas na apostila, nos capítulos 1 e 2.

  1. O que é um monitor CRT? Qual a sua diferença para um monitor LCD?
  2. Quais são os principais componentes de um monitor CRT? Descreva sua principal função.
  3. Em uma placa de um monitor CRT, encontramos vários circuitos principais. Quais são eles?
  4. Considere uma fonte de um monitor CRT. Ela é dividida em quantas partes? Quais são seus componentes principais? Qual a sua principal função dentro de um monitor CRT?
  5. O que são as unidades multipolares? Qual sua função dentro de um monitor?

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Outros tipos de impressora

Impressora de Sublimação (Dye-Sublimation)

As impressoras por sublimação de tintura permitem que você imprima suas fotos com qualidade de laboratório em casa. Como o preço dessas impressoras diminui, mais e mais donos de câmeras digitais estão escolhendo ter a vantagem desta tecnologia. Na impressão por sublimação de tintura, as cores não são registradas como pontos individuais, como é feito nas impressoras a jato de tinta. Pontos individuais podem ser distinguidos a distâncias relativamente próximas, fazendo com que fotos digitais pareçam menos realistas.

Sublimação é quando uma substância transições entre os estados sólido e gás, sem passar por uma fase líquida, a ação de gelo seco exposto à temperatura ambiente é um exemplo comum.

A principal diferença entre este e os outros tipos de impressão tem a ver com o calor. As cores vaporizadas impregnam na superfície do papel, criando uma gradação suave nas bordas de cada pixel, ao invés das margens evidentes entre tinta e papel, produzidas pelas jato de tinta. Pelo ao fato da cor ser introduzida no papel, é também menos vulnerável desaparecer e distorcer com o tempo.

Se você olhar o interior de uma impressora por sublimação de tintura, irá ver um longo rolo de filme transparente que lembra folhas de celofane vermelho, azul, amarelo e cinza, presas juntas pelas extremidades. As tintas sólidas correspondentes as quatro cores básicas usadas em impressão estão embutidas neste filme: azul, magenta, amarelo e preto. A cabeça de impressão aquece enquanto passa sobre o filme, fazendo com que as tintas vaporizem e permeiem a superfície brilhante do papel, antes que elas retornem à forma sólida.

Finos elementos de aquecimento sobre a cabeça mudam rapidamente a temperatura, liberando diferentes quantidades de corante, dependendo da quantidade de calor aplicada. Depois de a impressora acaba cobrindo os meios de comunicação em uma cor. Todo o processo é repetido quatro vezes no total: os três primeiros lançar as cores para os meios de comunicação para formar uma imagem completa, enquanto a última estabelece um laminado durante o início.
A impressão por sublimação é protegida por uma camada de uma espécie de resina, que cobre a área impressa quando a tinta entra em contato com o papel. Esta proteção reduz o dano causado pela radiação UV e pelo ar, além de manter a impressão resistente à água. Muitos consumidores usam suas impressoras sublimação para a impressão de fotografias digitais em alta resolução e qualidade.

Impressoras de tinta sólida

Uma impressora de tinta sólida é uma impressora usada principalmente nos sectores de embalagens e desenho industrial; são famosas por imprimir numa variedade de tipos de papel. Como o nome implica, tais impressoras usam espetos de tinta endurecidos, que são derretidos e espirrados através de pequenos bocais na cabeça de impressão. O papel é então enviado através de um rolamento fusor, que por sua vez força a tinta sobre o papel.

Esse tipo de impressora é ideal para provas e protótipos de novos modelos de embalagens de produtos. Sendo assim, a maioria das empresas de serviços não tem necessidade deste tipo de impressão.

A impressão é suficiente para boa visualização de texto e gráficos no documento, sendo esse modo indicado quando a precisão das cores e a nitidez das imagens não são muito importantes, ou para se ter uma idéia rápida de como o trabalho está ficando.

De qualquer modo, existem mais três modos de impressão com progressiva melhora na qualidade e conseqüentemente, desempenho mais lento e maior consumo de suprimentos:
  • Standard (8 ppm), para uso geral.
  • Enhanced (4 ppm), procura balancear qualidade e velocidade.
  • High-Resolution (2 ppm), trabalha a 1200 x 1600 dpi (pontos por polegada) para garantir qualidade quase fotográfica.
É claro que a rapidez da impressão depende fundamentalmente da complexidade do arquivo.
A maioria das impressoras à cera é duplex, ou seja, imprime em frente e verso, permitindo economia de papel.

E, por fim, há a questão que sempre pega: o preço, na faixa dos R$ 16.000. É caro, mas também é preciso considerar o custo por cópia, que gira em torno de R$ 0,25 e R$ 0,30.

Plotter

Um plotter ou combaterem é uma impressora destinada uma imprimir desenhos em grandes dimensões, com elevada qualidade e rigor, como, por exemplo, plantas arquitetônicas, mapas cartográficos, projetos de engenharia e Grafismo.

Primeiramente destinada à impressão de desenhos vetoriais, atualmente encontram-se em avançado estado de evolução, permitindo impressão de imagens em grande formato com qualidade fotográfica, chegando a 2400 dpi’s de resolução.

Conhecidas como plotters de impressão, dão saída como as impressoras desktop convencionais, utilizando programas específicos que aceitam arquivos convencionais de imagem como TIF, JPG, DWG, EPS e outros. Essas impressoras podem usar diversos suportes como papel comum, fotográfico, película, Vegetal, auto-adesivos, lonas e tecidos especiais.

Outra variação é a plotter de recorte, na qual uma lâmina recorta adesivos de acordo com o que foi desenhado previamente no computador, através de um programa vetorial. O material assim produzido é utilizado, por exemplo, na personalização de frotas de veículos e ambientes comerciais, como fachadas, vitrines, confecção de banners, luminosos, placas, faixas, entre outros.

Impressoras Fiscais

Equipamento que Substitui uma forma manual para emissão de notas fiscais em estabelecimentos comerciais. Armazena os registros fiscais em uma memória chamada "memória fiscal" na seqüência em que os registros são recebidos e impressos, esta memória não pode ser apagada nem por intervenção técnica, pois, não permite acesso aos registros já escritos senão para leitura deles. Também conhecida como ECF (Emissor de Cupom Fiscal) uma impressora deve ser conectada a um computador ou PDV (ponto de venda) compacto Os cupons fiscais são numerados de forma seqüencial nela a cada operação realizada. A interface de conexão destas impressoras pode ser padrão serial ou paralelo.

Atualmente existem no mercado impressoras fiscais matriciais e térmicas. Elas estão configuradas para imprimir, após uma redução Z ou X a leitura, uma linha contendo caracteres criptografados contendo as informações dos totalizadores gerais incluindo os últimos registros escritos em sua memória fiscal para posterior leitura pelos órgãos da fiscalização caso seja necessário.

No Brasil a venda e uso das impressoras fiscais é controlada pelo fisco através de um lacre e um formulário fiscal, por se tratar de um emissor de cupons fiscais (como os que são impressos nos supermercados).Estes cupons contêm as informações de tributação conforme as alíquotas de impostos para cada estado para os produtos vendidos.

A manutenção destes equipamentos só pode ser efetuada por empresas e técnicos previamente cadastrados e autorizados pelo fisco e o correto preenchimento dos relatórios específicos em cada intervenção técnica são de responsabilidade de ambos.

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Exercícios

  1. O que é uma impressora de sublimação? Como ela funciona?
  2. A impressora a cera é melhor que a de sublimação? Por quê?
  3. O que é um plotter?
  4. Quais são as desvantagens de se adquirir um plotter? E suas vantagens?
  5. Quais são as características de uma ECF que a diferenciam de uma impressora comum?
Abraços

Redes Wireless

Caros Leitores,

Em relação às redes de computadores, ainda é um pouco complicado para estudantes e leigos entenderem a tecnologia de rede wireless. Para auxiliar nessa questão, encontrei uma série de vídeos no youtube, falando sobre o tema. Os vídeos foram confeccionados pela Digeratti, e apresentados por Daniel Moricz. Aproveitem bem:

Parte 1:


Parte 2:


Parte 3:


Parte 4:


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Claro que, após esse material, segue um exercício para vocês fixarem o conteúdo visto:
  1. O que é o conceito de redes?
  2. No que diz respeito a topologia e transmissão de dados, quais são as diferenças entre a rede cabeada e a rede wireless?
  3. O que é o padrão bluetooth? Onde pode ser aplicado? Onde não é recomendada a sua aplicação?
  4. O que é necessário para a montagem de uma rede simples wireless?
  5. Qual a diferença entre os padrões Wi-Fi, WiMax e ZigBee?
  6. Como monto uma rede wireless?
  7. O que é um HotSpot?
  8. Por quê, numa rede wireless, não há, obrigatóriamente, a necessidade de um switch?

Por enquanto, ficam estas 8 questões para serem respondidas.

Abraços.

Introdução aos monitores de vídeo

Caros Leitores,

Começo, por esta postagem, a série de postagens sobre manutenção em monitores. É bom lembrar que o objetivo dessa série é auxiliar aos alunos de AST, Além de satisfazer curiosidades e, quem sabe, dar um apoio maior a alunos de outros ramos da informática.

Os monitores em vídeo surgiram praticamente junto com a informática. Antigamente, as televisões eram utilizados no lugar dos monitores para a exibição dos dados para o usuário. Mas o que pouca gente sabe é que a tecnologia aplicada nesses aparelhos é a mesma descoberta de John Crooks, em 1945: O Tubo de Raios Catódicos.



O tubo de raios catódicos, também conhecido como CRT, é uma tecnologia antiga de geração de imagens, em que há o disparo de elétrons até uma tela de fósforo, onde há a deflexão dos disparos, para que se preencha a tela inteira. Da mesma forma, há uma atração dos eletrons disparados, por um campo magnético gerado por um ultor (também chamada de chupeta).



Na imagem ao lado, você pode ver os principais componentes de um cinescópio:

1- Canhão de Eletróns 4- Mascara de sombra
2- Disparo de Elétrons 5- Tela de fósforo
3- Tubo de imagem


Além do cinescópio, um monitor de vídeo é composto pelos seguintes componentes:
  • Bobinas Defletoras (Yokes): São ímãs com a função de espalhar o disparo dos elétrons por toda a tela. Todo monitor possui a Bobina Defletora Horizontal e Bobina Defletora Vertical.
  • Malha Desmagnetizadora: É uma malha metálica com a função de atrair os elétros que ficam na tela, para limpar a imagem.
  • Malha de Aterramento: É uma malha de fios metálicos com a função de aterrar a energia do tubo.
  • Placa Principal: É a placa que controla o funcionamento do monitor. É dividida em Fonte e Placa Lógica.
  • Placa do Tubo: Tem a função de receber os sinais da placa de vídeo e gerar as imagens no canhão eletrônico.

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A partir desse pequeno texto, além dos ensinamentos em sala e a leitura da apostila, responda às seguintes questões:

  1. Para que serve um monitor de vídeo?
  2. O que é um monitor LCD? Quais as suas vantagens e desvantagens?
  3. Em relação ao monitor CRT: como ele funciona?
  4. Para que servem os componentes citados em sala: Yokes; Placa principal; Bobina Desmagnetizadora; Fonte Comum; CDV
  5. O que é o cabo DB-15?

Essa é a introdução aos monitores de vídeo que trabalham com tecnologia CRT. Vou continuando a série na medida do possível.

Abraços.

Questionário de Rede Física

Bem, pessoal

Finalizamos a parte física da nossa rede. Para garantir que os conceitos aprendidos vão estar fixados na nossa mente, estou passando aqui um questionário, para ser entregue em folha separada.

1- O que é uma rede? Quais são as vantagens e desvantagens de se montar uma rede?
2- O que é o conceito de "escopo de rede"? Quais são os escopos que existem? O que eles significam?
3- Considerando a disposição física e lógica da minha rede, temos as chamadas "topologias de redes". Quais são as topologias existentes? Quais as vantagens e desvantagens de cada uma?
4- Uma vez definida a topologia da nossa rede, é importante que saibamos quais serão os equipamentos necessários para a rede funcionar. Cite a utilidade dos seguintes termos:
  • Switch
  • Hub
  • Keystone
  • Roteador
  • Patch Panel

5- É importante também que saibamos quais são os tipos de cabos que existem, para que possamos orientar melhor o cliente. Quais são os tipos de cabos que existem? Quais as característias de cada tipo?

Então, pessoal, fico por aqui. Façam esse exercício com capricho e atenção.

Até.

Paulo Fragoso
E Pluribus Unun
CEI - AST Pleno

Tratado sobre BIOS

Galera,

Estou lançando, nesta postagem, um pequeno tratado sobre BIOS. Esta postagem é destinada, primeiramente, aos alunos dos cursos de Analista. Porém, nada impede que qualquer pessoa adquira mais conhecimento. Boa leitura.



BIOS

O que é

BIOS - Basic Input/Output System (Sistema Básico de Entrada/Saída) que por vezes é erroneamente descrito como sendo Basic Integrated Operating System (Sistema Operacional Básico Integrado) - é o primeiro programa executado pelo computador quando ligado. É ele que detecta e mostra (apresenta) para os softwares os hardwares que o computador possui, também faz algumas operações básicas de entrada e saída, uma delas é a intermediação para a gravação e leitura no disco rígido da maquína.


Como Funciona


Quando o computador é ligado, o BIOS opera na seguinte sequência:

1. Leitura do CMOS, onde as configurações personalizáveis estão armazenadas.

2. POST (Power-On Self-Test ou Autoteste de Partida), que são os diagnósticos e testes realizados nos componentes físicos (Disco rígido, processador, etc). Os problemas são comunicados ao usuário por uma combinação de sons (bipes) numa determinada sequência, ou exibidos na tela. O manual do fabricante permite a identificação do problema descrevendo a mensagem que cada sequência de sons representa.

3. Ativação de outros BIOS possivelmente presentes em dispositivos instalados no computador (ex. discos SCSI e placas de vídeo).

4. Descompactação para a memória principal. Os dados, armazenados numa forma compactada, são transferidos para a memória, e só aí descompactados. Isso é feito para evitar a perda de tempo na transferência dos dados.

5. Leitura dos dispositivos de armazenamento, cujos detalhes e ordem de inicialização são armazenados no CMOS. Se há um sistema operacional instalado no dispositivo, em seu primeiro sector (o Master Boot Record) estão as informações necessárias para o BIOS encontrá-lo (este sector não deve exceder 512 bytes).


Tipos de Chips

As placas-mãe mais antigas utilizavam chips de BIOS do tipo EEPROM. Hoje em dia, são usados chips do tipo Flash-Rom, já que são mais confiáveis e podem ser reprogramadas por meio de softwares.


Bateria de Lithium

As BIOS sempre vêm acompanhadas de uma bateria de lithium. Nas BIOS mais antigas, eram usadas para armazenar as informações de configuração do computador. Hoje em dia, são usadas memórias Flash-Rom, que armazenam a informações. Então, são usadas apenas para manter as configurações de data e hora do computador.


Memória Flash-Rom

Memória flash é uma memória de computador do tipo EEPROM (Electrically-Erasable Programmable Read-Only Memory), desenvolvida na década de 1980 pela Toshiba, cujos chips são semelhantes ao da Memória RAM, permitindo que múltiplos endereços sejam apagados ou escritos numa só operação. Em termos leigos, trata-se de um chip re-escrevível que, ao contrário de uma memória RAM convencional, preserva o seu conteúdo sem a necessidade de fonte de alimentação. Esta memória é comumente usada em cartões de memória, flash drives USB (pen drives), MP3 Players, dispositivos como os iPods com suporte a vídeo, PDAs, armazenamento interno de câmeras digitais e celulares.


Memória flash é do tipo não volátil o que significa que não precisa de energia para manter as informações armazenadas no chip. Além disso, a memória flash oferece um tempo de acesso (embora não tão rápido como a memória volátil DRAM utilizadas para a memória principal em PCs ) e melhor resistência do que discos rigídos. Estas características explicam a popularidade de memória flash em dispositivos portáteis. Outra característica da memória flash é que quando embalado em um "cartão de memória" são extremamente duráveis, sendo capaz de resistir a uma pressão intensa, variações extremas de temperatura, e até mesmo imersão em água.


Uma limitação é que a memória flash tem um número finito de modificações (escrita/exclusão).Porém este efeito é parcialmente compensado por alguns chip firmware ou drivers de arquivos de sistema de forma dinâmica e escreve contando o remapeamento dos blocos, a fim de difundir as operações escritas entre os setores.


As maiores vantagens desse tipo de memória é sua ocupação mínima de espaço, seu baixo consumo de energia, sua alta resistência, sua durabilidade e segurança, contando com recursos como o ECC (Error Correcting Code) permite detectar erros na transmissão de dados. A tecnologia faz uso de semicondutores (solid state), sendo assim, não tem peças, evitando problemas de causa mecânica.


Também vem começando a ser chamado de disco sólido pelo grande futuro que tem pela frente, já que além de ser muito mais resistente que os discos rígidos atuais, apresenta menor consumo de energia elétrica, maiores taxas de transferência, latências e peso muito mais baixos. Chega a utilizar apenas 5% dos recursos normalmente empregados na alimentação de discos rígidos.


Com tantas vantagens, a tendência futura é que os fabricantes de computadores tendem a substituir os disco rígidos por unidades flash. O que poderá ser expandida para os desktop nos próximos 5 anos, pois a sua fabricação ainda é de alto custo para as empresas.


SETUP

O setup é um programa de configuração que todo micro tem e que está gravado dentro da memória ROM do micro (que, por sua vez, está localizada na placa-mãe). Normalmente para chamarmos esse programa pressionamos a tecla Del durante a contagem de memória.


No setup nós alteramos parâmetros que são armazenados na memória de configuração, como mostra a figura. Há uma confusão generalizada a respeito do funcionamento do setup. Como ele é gravado dentro da memória ROM do micro, muita gente pensa que setup e BIOS são sinônimos, o que não é verdade. Dentro da memória ROM do micro há três programas distintos armazenados: BIOS (Basic Input Output System, Sistema Básico de Entrada e Saída), que é responsável por "ensinar" ao processador da máquina a operar com dispositivos básicos, como a unidade de disquete, o disco rígido e o vídeo em modo texto; POST (Power On Self Test, Autoteste), que é o programa responsável pelo autoteste que é executado toda a vez em que ligamos o micro (contagem de memória, por exemplo); e setup (configuração), que é o programa responsável por alterar os parâmetros armazenados na memória de configuração (CMOS).


POST

POST (Power On Self Test) é uma sequência de testes ao hardware de um computador, realizada pela BIOS, responsável por verificar preliminarmente se o sistema se encontra em estado operacional. Se for detectado algum problema durante o POST a BIOS emite uma certa sequência de bips sonoros, que podem mudar de acordo com o fabricante da placa-mãe. É o primeiro passo de um processo mais abrangente designado IPL (Initial Program Loading), booting ou bootstrapping.


Alguns dos testes do POST incluem:


1. Indentifica a configuração instalada;

2. Inicializa todos os dispositivos periféricos de apoio da placa-mãe;

3. Inicializa a placa de vídeo;

4. Testa memória, teclado;

5. Carrrega o sistema operacional para memória;

6. Entrega o controle do microprocessador ao sistema operacional;


Bem, é só isso por enquanto. Caso tenham alguma dúvida, não hesitem em me mandar um e-mail (instrutorfragoso@gmail.com).


Abraços.

Paulo Fragoso
E Pluribus Unun
CEI - AST Pleno